Poder Público, População, Conflitos Socioambientais e Educação Ambiental:

o caso da Estação Ecológica de Angatuba, SP, Brasil

  • Carolina Mandarini Dias UNICAMP
  • Rosa Maria Feiteiro Cavalari UNESP, campus de Rio Claro.

Resumo

Este artigo procurou identificar os conhecimentos da população acerca
de Áreas Protegidas, mais particularmente aquelas que são denominadas
Unidades de Conservação (UC). Além disso, procurou entender de que
maneira a Educação Ambiental (EA) pode ser compreendida como mediadora
de conflitos socioambientais. Para tanto, estudou-se o caso da Estação
Ecológica de Angatuba, SP, Brasil. Foram realizadas entrevistas semiestruturadas,
análise documental e observações de reuniões do Conselho
Consultivo da referida UC. A partir da análise dos dados, foi possível
evidenciar o desconhecimento da Unidade em questão pela população de
Angatuba e a relevância da EA como possível caminho para a explicitação
dos conflitos socioambientais e para a transformação da realidade social,
promovendo uma maior participação política na sociedade.
Palavras-chave: Áreas Protegidas; Educação Ambiental; Processo
Educativo.

Biografia do Autor

Carolina Mandarini Dias, UNICAMP

Mestre em Educação – UNESP, campus de Rio Claro e Doutoranda em Ensino de Ciências
e Matemática – UNICAMP

Rosa Maria Feiteiro Cavalari, UNESP, campus de Rio Claro.

Mestre e doutora em Educação, pós-doutora em Educação Ambiental. Professora do
Departamento de Educação e do Programa de Pós-Graduação em Educação, linha de
pesquisa de Educação Ambiental, da UNESP, campus de Rio Claro.

Publicado
2012-05-04