A escola como suplência e produtora de subjetividade

  • Allan Martins Mohr

Resumo

Este artigo tem como objetivo apresentar uma breve discussão acerca da possibilidade de se pensar a escola,
ou melhor, o pertencimento de um sujeito psicótico a uma instituição de ensino como metáfora de suplência à
foraclusão do Nome-do-Pai e, por conseguinte, produtor de subjetividade. Apresentamos algumas considerações
acerca da estrutura psicótica para a psicanálise, e um recorte clínico para pensar a discussão proposta; e concluímos
que o referido pertencimento é capaz de fazer função de suplência para esses alunos.