A relação entre o excesso do uso de telas e a ansiedade durante e após o período da pandemia de COVID-19 em crianças e adolescentes
Resumo
Este estudo tem como objetivo investigar a relação entre o uso excessivo de telas e o aumento dos sintomas de ansiedade em crianças e adolescentes durante e após a pandemia do COVID-19. Para isso, adotou-se a revisão narrativa de literatura como método, selecionando artigos alinhados ao tema, entre 2020 e 2024, em bases de dados como Scielo, Lilacs, PubMed, Research, Society and Development e Google Acadêmico. Como resultado, foram selecionados 13 artigos científicos que atenderam aos critérios estabelecidos. Como conclusão, fica evidente que o tempo excessivo de telas utilizado por crianças e adolescentes contribuiu para a o aparecimento ou intensificação da ansiedade e outras questões psicológicas, durante e após o período de pandemia. Porém, alguns estudos indicam que a ansiedade infantil seria causada por multifatores, não dependendo exclusivamente do uso de telas, como o ambiente familiar e o próprio contexto pandêmico gerando medo e insegurança. O tempo em excesso nas plataformas digitais tem também interferido na aprendizagem e foco das crianças, além de impactar na qualidade do sono e no desenvolvimento da linguagem. Muitas hipóteses foram sugeridas nas pesquisas, mas poucas tiveram respostas claras. Dito isso, mais estudos de longo prazo precisam ser realizados para melhores comprovações e informações mais detalhadas.
Palavras-chaves: Ansiedade; Uso de telas; Pandemia; Crianças; Adolescentes.
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