https://seer.utp.br/index.php/a/issue/feedCADERNOS DE PESQUISA: PENSAMENTO EDUCACIONAL2026-03-27T11:36:59-03:00Profª. Drª Sueli Pereira Donatopensamentoeducacional@utp.brOpen Journal Systems<p>Revista do Programa de Pós-Graduação em Educação<br> Universidade Tuiuti do Paraná<br> ISSN: 2175-2613<br>DOI 10.35168.2175-2613.UTP.pens_ed</p>https://seer.utp.br/index.php/a/article/view/3807Editorial2026-03-26T15:08:08-03:00Sueli Pereira Donatoeditoracao.proppe@utp.brSusana Soares Tozettoeditoracao.proppe@utp.brValeska Maria Fortes de Oliveiraeditoracao.proppe@utp.brMarcio Tascheto da Silvaeditoracao.proppe@utp.brRodrigo Manoel Dias da Silvaeditoracao.proppe@utp.brThaiane de Góis Domingueseditoracao.proppe@utp.br<p>DOSSIÊ EDUCAÇÃO, CIDADE E COMUNIDADE: A FORMAÇÃO DE PROFESSORES E AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS</p>2026-03-26T14:35:59-03:00##submission.copyrightStatement##https://seer.utp.br/index.php/a/article/view/3762Ciudades educadoras y formación de profesores2026-03-26T15:11:51-03:00Alicia Rivera Moralesarivera@upn.mx<p>El artículo que se presenta pone en la mira la formación de profesores transdisciplinarios, capaces de diseñar proyectos creativos, innovadores y originales para las ciudades educadoras y la docencia intercultural en contextos urbanos y rurales, así como de generar alternativas de solución a problemáticas de población en situación de exclusión social, a través del fortalecimiento de las ciudades con sentido humanista y el ejercicio de los derechos humanos, que contribuyan a la transformación de la educación. Se expone de manera general la propuesta de formación, el modelo y enfoque curricular que recupera la ciudad educadora como espacio de opresión o emancipación, desde la cosmovisión indígena y como eje de desarrollo humano.</p> <p> </p>2026-03-26T14:37:17-03:00##submission.copyrightStatement##https://seer.utp.br/index.php/a/article/view/3706O espaço híbrido na formação de professores: desafios e perspectivas2026-03-26T15:16:38-03:00Susana Soares Tozettotozettosusana@hotmail.comThaiane de Góis Dominguesthaiane.domingues@ufpr.brFranciele Aparecida Carneiro Stefanellof.uepg@hotmail.com<p>Este artigo analisa a formação de professores a partir do espaço híbrido, conceito discutido por Zeichner (2010; 2013; 2015; 2024), que integra universidade, escola e comunidade. Parte do reconhecimento da importância da tríade universidade, escola e comunidade por meio de sua integração no processo de formação inicial e/ou continuada dos professores. Para tal, se faz necessária uma metodologia mais integrativa e respeitosa ao constituir os conhecimentos necessários para formar os docentes por meio de um trabalho integrado e colaborativo. Isto posto, nessa discussão se analisa a possibilidade da existência de um espaço híbrido na formação docente, seus desafios e suas perspectivas no contexto brasileiro. Por meio de revisão de literatura de teses e dissertações brasileiras, investigou-se como experiências formativas conectadas à comunidade contribuem para uma educação inclusiva e contextualizada. Os resultados mostram que a integração com comunidades não dominantes fortalece vínculos sociais, valoriza saberes locais e promove práticas pedagógicas mais significativas, enquanto modelos tradicionais permanecem centrados na universidade e no conteudismo. Conclui-se que o modelo híbrido, ao estimular diálogo e cooperação entre todos os atores, favorece a formação de docentes capazes de atuar de forma crítica, inclusiva e socialmente transformadora.</p> <p><strong>Palavras-chave: </strong>Formação de professores. Espaço Hibrido. Conhecimentos. Comunidade.</p> <p> </p>2026-03-26T14:39:09-03:00##submission.copyrightStatement##https://seer.utp.br/index.php/a/article/view/3763Docência contextualizada: diferenças conceituais entre terceiros espaços, espaços híbridos e espaços comuns na formação de professores2026-03-26T15:23:19-03:00Júlio Emílio Diniz-Pereirajuliodiniz@ufmg.brIlma Bicalho Sousa Danielibicalhosousa@gmail.com<p>O objetivo deste artigo é discutir a ideia de “docência contextualizada” por meio do esclarecimento de diferenças conceituais entre três expressões introduzidas recentemente no campo da pesquisa sobre formação de professores por Kenneth Zeichner e António Nóvoa: “terceiros espaços”, “espaços híbridos” e “espaços comuns”. Apesar de ambos os autores recorrerem à ideia de “terceiros espaços”, há particularidades no uso desse termo por eles. Enquanto o autor estadunidense, ao incluir as comunidades existentes no entorno das escolas na preparação de novos professores da educação básica, prefere a utilização de “espaços híbridos”, o autor português, por sua vez, adota a expressão “espaços comuns” e, ao fazer isso, ressalta a impossibilidade de pensar a preparação de novos docentes sem a participação das escolas. Sendo assim, a tese defendida neste texto é que, mesmo admitindo-se a existência de elementos comuns, a docência é desenvolvida e aprendida em contextos específicos e, por isso, apesar de ancorada em universidades, a formação de novos professores da educação básica deve acontecer sempre com o envolvimento efetivo das escolas, dos profissionais que nelas trabalham e de pessoas das comunidades no entorno delas.</p>2026-03-26T14:40:33-03:00##submission.copyrightStatement##https://seer.utp.br/index.php/a/article/view/3718Comunidade: apontamentos acerca de um conceito controverso2026-03-26T15:32:02-03:00João Valdir Alves de Souzajv.valdir@gmail.com<p>O artigo analisa o conceito de comunidade, abordando sua dimensão polissêmica e, por vezes, controversa. Apoia-se em autores como Cris Shore e Zygmunt Bauman que analisam criticamente tanto essa polissemia quanto o esvaziamento conceitual e prático da ideia de comunidade. Na tentativa de recuperar algumas ideias centrais do conceito, são destacados três elementos: a dimensão religiosa, o espaço de pertencimento geográfico e a dimensão política. Conclui que, ainda que esvaziado de sua significação política, a ideia de comunidade religiosa continua como forte elemento de afirmação positiva em periferias urbanas e rurais.</p> <p>Palavras-chave: Comunidade; Comunidades eclesiais de base – CEBs; Diocese de Araçuaí/MG; Vale do Jequitinhonha/MG</p>2026-03-26T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##https://seer.utp.br/index.php/a/article/view/3779Registros sobre caminhos formativos entre universidade, escola e comunidade2026-03-26T15:33:11-03:00Marta Nörnbergmartanornberg0@gmail.com<p>Este artigo pretende oferecer algumas reflexões ao campo da formação de professores, explorando aspectos teóricos e práticos para discutir e estimular a criação de estratégias formativas envolvendo agentes da universidade, da escola e da comunidade. Para isso, são sistematizados registros de duas experiências: a primeira decorre da participação em seminário e de leituras de textos propostos por Kenneth Zeichner, na Universidade de Washington; a segunda envolve a descrição do contexto comunitário Passo dos Negros, onde vem sendo realizado atividades formativas envolvendo lideranças locais, formadores e estudantes do curso de Pedagogia da Universidade Federal de Pelotas. A reflexão proposta afirma a formação profissional dos professores como prática que requer envolvimento e engajamento com a comunidade por meio de ações de pesquisa e extensão.</p>2026-03-26T14:45:17-03:00##submission.copyrightStatement##https://seer.utp.br/index.php/a/article/view/3724Narrativas em portfólio no PIBID: (re)configurações da formação acadêmico-profissional em espaços híbridos2026-03-26T15:36:01-03:00Rosenilde Nogueira PaniagoROSENILDE.PANIAGO@IFGOIANO.EDU.BRGeovanna Gomes de Jesusqeovannagomes68@gmail.comTácio Assis Barrostacio.barros@yahoo.com.br<p>Esta pesquisa analisa de que modo o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) pode se configurar como um espaço híbrido de formação docente, promovendo a articulação entre Instituição de Ensino Superior (IES), escola e comunidade e a valorização dos saberes escolares e comunitários. O estudo é desenvolvido em uma IES pública localizada no Sudoeste goiano, no âmbito de um projeto interdisciplinar com fomento da CAPES/PIBID e da FAPEG. A investigação adota abordagem qualitativa e utiliza, como procedimento metodológico, a análise de narrativas registradas em portfólios de bolsistas dos cursos de Ciências Biológicas e Química. Os resultados sinalizam que o PIBID tem se mostrado um espaço fértil de (re)configurações da formação acadêmico-profissional docente, ao promover experiências que articulam saberes da IES, da escola e da comunidade. As narrativas em portfólio revelam indícios de espaços híbridos em construção, marcados por tensões, mas também por fortes potencialidades formativas. Assim, reafirma-se que a docência é um processo em movimento, sustentado pelo diálogo, pela escuta e pela valorização dos saberes locais.</p> <p><strong>Palavras-chave: </strong>Formação de professores. Saberes comunitários. PIBID. Espaços híbridos.</p>2026-03-26T14:46:54-03:00##submission.copyrightStatement##https://seer.utp.br/index.php/a/article/view/3771As cidades podem educar: percepções de atores sociais sobre as oportunidades educativas em Itapiranga/SC2026-03-26T15:38:30-03:00Gladis Lorenzato Bertolgladislorenzato@gmail.comJaqueline Molljaquelinemoll@gmail.com<p><span style="font-weight: 400;">Este artigo apresenta as percepções de atores sociais sobre as oportunidades de educação não formal existentes no município de Itapiranga/SC, apontando possibilidades e limites para a sua caracterização como uma cidade que educa. Partimos da premissa de que a educação, compreendida em sua dimensão integral e ao longo da vida, ultrapassa os limites da escola e envolve diferentes espaços, tempos e agentes. Nessa perspectiva, a cidade é reconhecida como território educativo, no qual iniciativas públicas, comunitárias e privadas contribuem para a formação humana. Metodologicamente, trata-se de um recorte de uma pesquisa qualitativa desenvolvida no âmbito de uma dissertação de mestrado, cujos dados foram produzidos por meio de entrevistas semiestruturadas com agentes sociais vinculados a ações educativas não formais no município de Itapiranga/SC. A análise dos dados foi realizada com base na Análise Textual Discursiva (ATD). Os resultados evidenciam a existência de diversas ações educativas não formais no município, envolvendo espaços e ações públicas, instituições culturais, organizações da sociedade civil e iniciativas privadas. A forte valorização cultural, engajamento comunitário e colaboração mútua entre entidades públicas, civis e privadas, apresentam-se como traços de uma cidade que educa, porém o potencial educativo da cidade pode ser fortalecido com maior articulação coletiva, ampliação do acesso e integração cultural.</span></p> <p><strong>Palavras-chave: </strong>Oportunidades educativas. Educação não formal. Cidade que educa.</p>2026-03-26T14:48:21-03:00##submission.copyrightStatement##https://seer.utp.br/index.php/a/article/view/3776À margem, na periferia e no centro: como Paulo Freire habita pesquisas brasileiras sobre cidades educadoras em interface a escola2026-03-27T11:36:59-03:00Cíntia Mara Brighenti Radloffcbrighenti@furb.brDaniela Tomiodanitomiobr@gmail.com<p>Neste artigo se analisa como as pesquisas brasileiras sobre cidades educadoras abordam teoricamente o pensamento de Paulo Freire, considerando as interfaces entre escola e cidade. Parte-se do pressuposto de que a recorrência de Freire nesse campo não pode ser compreendida apenas pelo número de citações, exigindo uma análise qualitativa dos modos de apropriação teórico-epistemológica de sua obra. Metodologicamente, realizou-se uma pesquisa de Estado do Conhecimento, tomando como corpus teses e dissertações, no período de 2018 a 2025. O percurso investigativo seguiu quatro etapas: bibliografia anotada, sistematizada, categorizada e propositiva. A análise permitiu identificar diferentes modos de “habitação” freiriana nas pesquisas (à margem, periférica e central) evidenciando que, embora amplamente citado, Paulo Freire ocupa posição teórica central em um conjunto reduzido de estudos. A partir das pesquisas em que Freire assume centralidade teórica, elaborou-se quatro categorias analíticas que operam como construções teórico-epistemológicas: (i) escola e cidade como espaços dialógicos de problematização da realidade; (ii) escola e cidade na práxis transformadora e na formação de sujeitos históricos; (iii) escola e cidade na participação democrática e na corresponsabilidade cidadã; e (iv) escola e cidade como territórios de produção político-cultural e de conhecimento. Como contribuição, apresenta-se uma metassíntese sobre como o pensamento freiriano permite teorizar as relações dialógicas entre escola e cidade educadora, compreendidas como instâncias formativas interdependentes. Conclui-se que investigar a presença de Freire nesse campo contribui para qualificar epistemologicamente as pesquisas sobre cidades educadoras, reforçando a centralidade da educação como prática política, territorializada e emancipatória.</p>2026-03-26T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##https://seer.utp.br/index.php/a/article/view/3715A educação como experiência ética, estética e política aos desafios ambientais2026-03-26T15:44:35-03:00Giana Weber de Oliveiragianaweberoliveira@gmail.comValeska Maria Fortes de Oliveiravfortesdeoliveira@gmail.com<p>Este estudo visa afirmar que a educação desempenha papel fundamental em resposta à crise climática, em especial a formação docente integrada à prática profissional, pois ela habilita a aprendizagem à novas tecnologias, metodologias e contextos educacionais. Num conceito de formação ética, estética e política, oportuniza transformações de vidas, autonomia e resoluções de problemas frente aos desafios ambientais, especialmente no trabalho com valores e hábitos, como os de consumo. Além de, desenvolver a criticidade e ajudar a construir uma sociedade mais justa e equilibrada pelo paradigma da sustentabilidade regenerativa, ou seja, é preciso melhorar os sistemas naturais, sociais, éticos e culturais aos sujeitos deste milênio. Desafios tangíveis à criatividade e resiliência, independentemente de ser espaços formais ou não formais. A intencionalidade da proposta é reaprender outras formas de cuidado junto aos docentes e respectivos alunos, tornando as pessoas mais conscientes, críticas e engajadas na proposição de mudança disruptiva, em prol de uma humanidade proeminente, capaz de projetar alternativas à crise ambiental. As autoras caminham por superfícies ecológicas, docentes, narrativas, experiências, marcos legais, literários e sobretudo ações reflexivas ao modo como recebemos o ecossistema por nossos ancestrais e como estamos conduzindo hoje nosso trajeto planetário. A metodologia bibliográfica buscará compreender, interpretar e refletir os aspectos desastrosos e nefastos relacionados à crise ambiental.</p>2026-03-26T15:01:04-03:00##submission.copyrightStatement##https://seer.utp.br/index.php/a/article/view/3696Uma proposta operatória para a cartografia em pesquisas sobre Educação e Cidade2026-03-26T15:47:24-03:00Gustavo Gonçalves Cougog.cougo@ufn.edu.brAnelis Rolão Flôresanelis@ufn.edu.brMarcio Tascheto da Silvatascheto@ufn.edu.br<p><span style="font-weight: 400;">O artigo propõe uma espécie de “caixa de ferramentas” como proposta operatória para a cartografia em pesquisa sobre educação e cidade, inspirando-se na filosofia da diferença. Nessa proposta a cartografia constitui a metodologia, mas o procedimento que a efetiva no campo é a caminhografia urbana. Em vez de descrever a realidade como estática, a cartografia acompanha processos, forças e relações que atravessam o território, tomando o caminhar como prática estética, investigativa e implicada. A caixa organiza-se em três blocos: (1) pistas da cartografia; (2) pistas provisórias da caminhografia urbana; e (3) operadores conceituais que dão coerência ao gesto cartográfico. A proposta é ativada no Parque Itaimbé, em Santa Maria/RS, onde o cartógrafo registra figuras-tipo — expressões subjetivas e móveis que condensam práticas urbanas, afetos e forças de presença — para tornar visíveis informalidades, resistências e invisibilidades urbanas. O interlúdio metodológico narra o deslocamento do mapa impresso à experiência de caminhar, estabelecendo critérios de aproximação e de recusa que resguardam a ética da escuta e evitam congelar a cidade em esquemas. Nas considerações finais, argumenta-se que a “caixa” não é manual, mas convite à invenção situada, pois sustenta leituras finas do território para produzir conhecimento encarnado, útil a pesquisas e práticas educativas territorializadas. Entre os limites, reconhece-se o recorte espacial e a necessidade de desdobramentos em escolas, coletivos e políticas públicas. Em suma, com a cartografia, operada com uma “caixa de ferramentas” em mãos, propõe-se uma educação “desespetacularizada”, que aprende com o território e não apenas sobre ele.</span></p>2026-03-26T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##https://seer.utp.br/index.php/a/article/view/3764Oficina de educação fiscal como recurso aplicado à formação continuada de professores do ensino fundamental e médio2026-03-26T15:49:33-03:00Alceli Ribeiro Alvesalceli.ribeiro@gmail.comSilvano Alves Alcantarasilvanoalcantara@hotmail.com<p>Este artigo discute a implementação de oficinas de Educação Fiscal como recurso para a formação continuada de professores do Ensino Fundamental e Médio, articulando a tríade universidade, escola e cidade. Parte-se da concepção de Cidade Educadora como espaço ampliado de aprendizagem e da relevância do envolvimento de experts na construção de saberes docentes, integrando práticas cidadãs e fiscais ao currículo escolar. A metodologia baseia-se em revisão de literatura e análise de experiências vividas por professores e alunos, destacando a importância e atuação das instituições de ensino superior nas comunidades e em seu entorno, bem como a colaboração entre instituições acadêmicas, gestores públicos e especialistas em fiscalidade. Desenvolvido no âmbito da Rede UniTwin UNESCO -Cidade que Educa e Transforma, o estudo fundamenta-se em autores como Faure (1972), Santos (1999), Harvey (2008), Gadotti (2000), Nóvoa (1999), Arroyo (2013), Bonafé (2022), discutindo a formação docente a partir de uma perspectiva interdisciplinar, territorial e cidadã. Argumenta-se que a atuação de experts nas formações docentes potencializa a qualidade pedagógica, alinhando teoria e prática. Conclui-se que a Educação Fiscal, quando contextualizada na relação entre universidade, escola e território urbano, fortalece a consciência crítica sobre direitos e deveres sociofiscais, contribuindo para a justiça social, a redistribuição de renda, a construção de uma sociedade mais participativa e à construção do bem comum.</p>2026-03-26T14:55:41-03:00##submission.copyrightStatement##https://seer.utp.br/index.php/a/article/view/3723Por uma educação inteira para todos: desafios ao direito à educação2026-03-26T15:52:30-03:00Dinora Tereza Zucchettidizucchetti@gmail.comMarilene Alves Lemesmarilene.lemes@gmail.comKarine dos Santoskarinesan@gmail.com<p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt; text-align: justify; background: white;"><span style="font-size: 10.0pt;">O texto trata da temática da educação em sentido lato. Considera como campo de reflexão a educação no âmbito do trabalho na política da assistência social e, em perspectiva, visa às práticas educativas, na educação básica. São apresentados dois relatos de experiências em que ações educativas, enquanto direito da cidadania, impactam pessoas e coletivos não somente na dimensão da qualidade de vida, mas no reconhecimento mesmo da condição humana. Se, por um lado, as inteligibilidades reafirmam a hegemonia do modelo escolar enquanto prática de educação socialmente reconhecida, por outro, também reiteram a importância de as escolas estarem atentas e abertas ao que pulsa para além de seus muros e voltadas a pessoas que foram excluídas do ambiente escolar há tempos. No ensaio, as análises, realizadas a partir de autores como Freire (1987, 2000, 2001, 2002, 2003), Biesta (2013, 2020), Hooks (2017), ensejam pensar sobre uma modalidade de educação integral que aconteça pela mediação de políticas sociais voltadas à vida de crianças, adolescentes, adultos e de comunidades. Reflexionemos sobre o que temos e o que nos falta na perspectiva da educação enquanto direito humano.</span></p>2026-03-26T14:57:27-03:00##submission.copyrightStatement##