Remediação com purpurina: bricolagens tecnoestéticas no drag-artivismo de Gloria Groove

Rose Melo Rocha

Resumo


Discute-se neste artigo a audiovisibilidade midiática da cantora drag paulistana Gloria Groove, nome artístico de Daniel Garcia, como exemplo de remediação tecnoestética em contextos pós-massivos. A prática artivista e as estratégias mercadológicas de Groove expressam uma habilidade bricoladora, na qual a presença no mainstream ou a larga repercussão de seu trabalho e da midiatização de suas narrativas existenciais não exclui as potencialidades críticas materializadas na junção entre corporalidade drag (travestida) e corporalidade gay (desmontada). É assim constituída uma politicidade do entre(tenimento). 


Palavras-chave


Gloria Groove; Drag-artivismo; Remediação; Tecnoestética; Pop pós-massivo.

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Revista do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Linguagens Universidade Tuiuti do Paraná - ISSN / 1980-5276

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